Agenda

14 / Junho / 2022

Paw Time - Sessão de Esclarecimentos

30 / Junho / 2022

Cuidados de Enfermagem no Paciente Oncológico

Evento Agendados

Notícias e Novidades

04 / Julho / 2022

Estudo sobre Resistências a Antibióticos – Perceção dos Enfermeiros Veterinários

Estudo sobre Resistências a Antibióticos – Perceção dos Enfermeiros Veterinários   És Enfermeiro Veterinário a exercer, ou que já tenhas exercido em Portugal, na área de enfermagem veterinária de animais de companhia? É preciso a tua ajuda!   O presente estudo insere-se num projeto de dissertação no âmbito do Mestrado em Sistemas Integrados de Gestão, Qualidade, Ambiente e Segurança (MSIGQAS) no Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA). Este estudo tem como objetivo analisar o conhecimento dos Enfermeiros Veterinários face às resistências aos antibióticos, bem como às boas práticas preventivas a praticar em contexto de trabalho. São alvo deste estudo Enfermeiros Veterinários a exercer,ou que já tenham exercido em Portugal, na área de enfermagem veterinária de animais de companhia. Neste âmbito, convidamo-lo/la a responder a algumas perguntas sobre o assunto, que envolverá a recolha de informação relativa a caraterísticas sociodemográficas, contextualização do exercício da profissão e das práticas clínicas exercidas e o conhecimento adquirido relativo à temática. O preenchimento do inquérito deverá demorar aproximadamente 7 minutos.   A privacidade e a proteção dos dados estão de acordo com o Regulamento Geral de Proteção de Dados da UE. Os dados recolhidos serão utilizados para fins de investigação científica e serão mantidos pelo período de tempo necessário para o tratamento dos mesmos e para a sua divulgação, que se prevê ser de aproximadamente 5 anos. A segurança e a proteção dos dados é assegurada através do armazenamento dos mesmos, num equipamento protegido por palavra-passe, acedido apenas pelos investigadores.  A confidencialidade e a privacidade dos dados são garantidas pelo anonimato das respostas.    Vamos todos colaborar com este estudo da do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA).   Acede aqui ao link para o inquérito e demais informações sobre a pesquisa.    

09 / Junho / 2022

Estudo sobre Saúde Psicológica em Profissionais de Medicina Veterinária em Portugal

És Enfermeiro/a Veterinário/a residente em Portugal? É preciso a tua ajuda!      A literatura internacional sugere fortes evidências de risco aumentado de problemas de Saúde Mental entre profissionais da medicina veterinária em comparação com a população em geral. Somando-se a isso, pesquisas neste foco em Enfermeiros/as Veterinários/as são raras.      A classe profissional da medicina veterinária, ainda é carente de medidas preventivas, de promoção e intervenção em saúde psicológica e bem estar emocional em Portugal. Ao responder este inquérito poderás colaborar imensamente para constituir evidências e transformar essa realidade.       O presente estudo "Saúde Psicológica em Profissionais de Medicina Veterinária em Portugal" tem como instituição promotora a Universidade da Maia (ISMAI) e decorre no âmbito de uma dissertação de mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde. Para este estudo, procuramos a colaboração de  Enfermeiros/as Veterinários/as, de qualquer nacionalidade, desde que se encontrem no ativo e exerçam a sua atividade em território português.        Vamos todos colaborar com este estudo da Universidade da Maia (ISMAI)        * Toda a informação recolhida é confidencial, destinando-se o uso exclusivamente para fins científicos.    Acede aqui ao link para o inquérito e demais informações sobre a pesquisa.    

01 / Junho / 2022

Livro de Resumos do VII Congresso Internacional de Enfermagem Veterinária publicado na RPCV

É um enorme prazer informar que o 1º livro de resumos do VII CIEV que acaba de ser editado pela Sociedade Portuguesa das Ciências Veterinárias, podes descarregar o PDF no link: https://www.spcv.pt/rpcv-volumes/ para leres todos os trabalhos publicados. Felizmente, esta edição do congresso teve a colaboração da Sociedade Portuguesa das Ciências Veterinárias, que como parte da comissão científica avaliou os 33 trabalhos submetidos a concurso. Foram dados a conhecer trabalhos experimentais, resultados de investigação, casos clínicos, casos de estudo e trabalhos técnicos de aplicação de técnicas e/ou tecnologias aplicadas em enfermagem veterinária nas diferentes espécies animais. Agora estes 33 trabalhos estão publicados em resumo para serem lidos e revistos, estamos mesmo muito satisfeitos e orgulhosos de todos os que de alguma maneira contribuíram para que toda esta edição fosse um sucesso. Mais uma vez, agradecemos a especial colaboração da SPCV na divulgação dos resumos que resultaram do evento. Agora resta-nos aguardar pela nova edição, que está agendada para fevereiro de 2024 na ESA Elvas, em regime presencial, com todo o convívio que este tipo de evento proporciona. Esperemos puder contar com todos os Enfermeiros Veterinários e estudantes de Enfermagem Veterinária. Parabéns e muito obrigada a todos pela colaboração e um até breve.

20 / Abril / 2022

Enfermagem veterinária: A importância da formação na evolução e credibilização profissionais

   A presente posição da enfermagem veterinária em Portugal tem vindo, indubitavelmente, a aumentar de peso ao longo dos anos, sendo estes profissionais, atualmente reconhecidos e considerados relevantes membros clínicos de uma equipa veterinária.      A necessidade da criação da licenciatura, em 2003, surgiu devido a vários fatores, nomeadamente à necessidade por parte dos médicos veterinários em possuírem colegas qualificados e com um nível educativo e formativo superior onde, unidas forças entre ambas as classes, se tornaria possível melhorar o standard clínico. Havia, sem dúvida, uma lacuna que se tornou imperativa em ser preenchida no panorama nacional veterinário, marcada pela ausência de membros de equipa qualificados, assim como o reconhecimento daqueles que trabalhavam na área há vários anos sem treino adequado. Contudo, essa simbiose entre ambas as classes não foi concretizada a um nível aceitável, adequado e rigoroso como se esperava, tendo-se imposto diversas barreiras a estes profissionais, culminando, em alguns casos, na sua desistência, igualmente impulsionada pela indefinição da profissão e a consequente e constante dúvida do seu verdadeiro lugar, e necessidade, em terras Lusas. Reafirmo que, atualmente, a profissão se encontra num patamar muito mais elevado e, essencialmente, reconhecida pelo corpo clínico e público geral, contudo é fulcral que se continue a lutar pela sua regulação e consequente dignificação, sendo o meio que possibilitará o seu alcance, não somente a introdução de órgãos jurídicos que permitam levar à constituição de um Código Deontológico/Ordem, mas principalmente um contínuo esforço individual e de união de uma classe, pois só dessa forma se unificarão forças que nos permitirão alcançar os objetivos mencionados.       Existe uma direta, e quase inevitável, comparação com a enfermagem veterinária praticada no Reino Unido, contudo o processo de creditação em terras de sua Majestade foi longo. Foi em finais de 1940, inícios de 1950, que se começou a perceber a necessidade de ter membros de equipa veterinária qualificados, contudo o título de “enfermeiro veterinário” foi somente reconhecido legalmente em 1991. Dessa forma é importante que se parem de fazer comparações somente tendo em conta o resultado final, e haja (re)conhecimento do processo moroso e tumultuoso que culminou na regulação, credibilização e instituição da profissão de enfermagem veterinária no Reino Unido.      Independentemente das questões legais, jurídicas e governamentais que se apresentaram durante esse processo, a voz e associativismo dos profissionais que lutavam pela proteção e dignificação do seu título foi fulcral e fundamental para que os resultados fossem frutíferos. A forma mais eficaz de ser ouvido é, inicialmente, pela demonstração e comprovação da sua utilidade num corpo clínico, consequentemente evoluindo para uma necessidade − atingindo ultimamente um estado de obrigatoriedade −, a um nível em que é impensável existir um corpo clínico sem uma equipa de enfermagem veterinária, sublinhando e reiterando, veementemente, a palavra equipa – uma pluralidade de membros com uma multiplicidade de funções transversalmente relevantes.      Esse é o tronco, a base, da profissão de enfermagem veterinária. Os múltiplos ramos que daí advêm são uma representação da imensidão e transversalidade da ciência que é a veterinária, de mãos dadas com os profissionais que decidem acoplar-se, obtendo-se frutos evolutivos que incitam e alimentam a sua credibilização. A formação é a base do crescimento profissional, seja ela em que área for, contudo – afirmo-o com conhecimento de causa e como enfermeiro veterinário no Reino Unido há mais de sete anos – é fundamental na profissão e na sua evolução.      Existe uma necessidade obrigatória por parte do órgão que regula a profissão – Royal College of Veterinary Surgeons (RCVS) – em realizar um determinado número de horas anuais de formação para que se mantenha o título, sem o qual é ilegal exercer no país, independentemente dos anos de experiência profissional. Igualmente, todas as entidades patronais oferecem uma contribuição ao funcionário para a sua formação profissional, quer seja em valor monetário alocado, quer seja em dias pagos para questões formativas, ou ambos. Este não é o caso em Portugal, onde muitas vezes os profissionais de veterinária são vistos como pedaços de madeira, sem existir consciência de que se os deixassem expressar não só, mas também, a nível formativo, se poderiam tornar em esculturas magnificentes, resultando numa simbiose entre entidade patronal – profissional, de perfeita comunhão e bilateralmente vantajosa. Esta questão não é impositiva, mas incita o esforço individual, que deixa de ser forçado dando lugar a uma naturalidade saudável e revigorante.      As comparações feitas no presente artigo entre a profissão em Portugal versus no Reino Unido não têm qualquer intuito derrogatório/depreciativo para com a profissão em Portugal, muito menos se pretende apelar à emigração. O objetivo é precisamente o oposto – sustentar um exemplo em que a profissão é regulada e credibilizada e tentar entender quais os passos que foram tomados para atingir esse objetivo final, sendo comummente desejado por todos os profissionais da área. Contudo, reitero que essa concretização depende do esforço, ambição e perseverança de cada um de nós, pois a inércia nunca foi, nem será, sinónimo de evolução. É evidente a frustração de alguns colegas de profissão, principalmente marcada pela rotina, repetição e impossibilidade de progressão de carreira, inseridos numa profissão não regulada. São demasiadas premissas negativas que prefaciam uma ausência de interesse geral, contudo é fulcral que se comecem a tomar medidas para inverter este sentimento tão contraproducente, contudo reversível. A constante aprendizagem e, consequentemente, evolução de competências obtidas pela formação, são essenciais para a reversibilidade deste desinteresse geral, pois os seus resultados serão diretamente proporcionais aos trilhos que se envergam e ao nível de ambição do profissional. *    Carlos Matos, in Veterinária Atual    *Artigo de opinião publicado originalmente na edição n.º 158 da revista VETERINÁRIA ATUAL, de março de 2022.

30 / Março / 2022

VII CIEV Hospitalização de A a Z

 Foi nos passados dias 18 e 19 de Março de que se realizou a 7ª edição do Congresso Internacional de Enfermagem Veterinária, evento que tem periodicidade bianual é que tem sido organizado em cada edição por cada uma das Escolas Superiores Agrárias dos Politécnicos Públicos que ministram a Licenciatura de Enfermagem Veterinária, nomeadamente ESA Elvas, ESA Viseu, ESA Bragança, ESA Ponte de Lima, ESA Castelo Branco,  esta foi a primeira edição após o surgimento da licenciatura na ESA Coimbra.    Pela segunda vez na história deste evento a AEVP foi co-organizadora juntamente com a Escola Superior Agrária anfitriã, que desta fez foi a ESA Ponte de Lima. A outra edição que a AEVP foi co-organizadora foi em 2017 em Bragança.    Esta edição teve como tema “Hospitalização de A a Z”, pois é na realidade nos cuidados ao paciente hospitalizado que a acção da Enfermagem Veterinária tem também um impacto bastante significativo.     Devido à pandemia esta edição foi em formato on-line, o que nos privou do convívio entre colegas e futuros colegas que é um aspecto importante deste tipo de eventos; mas em contrapartida proporcionou que os participantes tivessem a possibilidade de assistir às variadas comunicações a partir do conforto de suas casas e articular com os horários de trabalho, tendo ainda a disponibilização das comunicações para poderem rever em horário mais oportuno.    Esta edição teve o grande apoio de parceiros da AEVP, aos quais agradecemos o apoio e a confiança, entre eles temos a Royal Canin e a MSD, que foram Patrocinadores Gold. Ainda de salientar que a colaboração e a disponibilidade dos vários oradores que estiveram presentes foi de grande contributo para realçar o prestígio deste evento.    Num programa composto por 6 painéis com as temáticas de Monitorização, Nutrição e Fluidoterapia, Controlo de infeções, Dor e Analgesia, Hospitalização em Patologias Específicas, Novos Animais de Companhia que tiveram como KeySpeakers: RVN Hellen Ballantyne, Drª Ana Luísa Lourenço, Drº Paulo Brois, Drª Ângela Martins, RVN Eleanor Haskel, RVN Abigail Edis, entre outros oradores que profeririam as restantes comunicações de forma tão interessante e e motivadora para todos os cerca de 90 Enfermeiros Veterinários e estudantes de Enfermagem Veterinária que assistiram ao congresso.    Previamente ao congresso, dia 17 de Março, nas instalações da Escola Superior Agrária de Ponte de Lima, em Refóios  de Lima foi realizado o “Workshop de Técnicas Essenciais da Prática Clínica”, evento que teve uma afluência de 12 participantes entre estudantes e profissionais de Enfermagem Veterinária que durante o dia tiveram em contacto com os temas de Pensos, Preparação e Verificação da torre anestésica e circuitos anestésicos, e Técnicas de Ressuscitação Cardiopulmonar. Este evento teve como oradores os Enfermeiros Veterinários Adérito Ortelá, Ana Carina Costa e Tiago Abreu. Este evento não poderia ter-se realizado sem o apoio do nossos parceiros MSO e Bio2, aos quais muito agradecemos.    Esta edição do Congresso teve ainda a colaboração da Sociedade Portuguesa das Ciências Veterinárias que parte da Comissão Científica que avaliou os 33 trabalhos submetidos a concurso, evidenciando trabalhos experimentais e resultados de investigação, casos clínicos ou casos de estudo e trabalhos técnicos de aplicação de técnicas e/ou tecnologias aplicadas em enfermagem veterinária nas diferentes espécies animais.    Ao chegar ao fim desta edição, marcamos a nova edição para Fevereiro de 2024 onde a Escola anfitriã será a ESA Elvas, onde esperamos encontrar todos os Enfermeiros Veterinários e finalmente estar em convívio.     Até 2024 em Elvas.   * Adérito Ortelá